Você já ouviu falar no Teste de Cores Ishihara? Saiba o que é!

Certamente, você já deve ter ouvido falar em casos de pessoas que não conseguem distinguir o verde do vermelho. Essa dificuldade de enxergar diferentes tonalidades é chamada de daltonismo e, para diagnosticá-la, é preciso realizar o Teste de Cores Ishihara.

Esse exame foi desenvolvido pelo oftalmologista japonês Dr. Shinobu Ishihara em 1917 e até a atualidade é utilizado para detectar o daltonismo.

O que é daltonismo

A incapacidade de diferenciar as cores primárias é chamada de daltonismo, um distúrbio hereditário ligado ao cromossomo X e sem cura. Essa anormalidade acontece quando os cones oculares, responsáveis por identificar os tons, não funcionam corretamente.

Existem 3 tipos de daltonismo: protanopia, caracterizado pela pouca ou nenhuma percepção da cor vermelha; deuteranopia, que consiste na dificuldade de distinguir o tom verde; e tritanopia, um tipo mais raro que interfere na diferenciação das cores azul e amarelo.

Além disso, pessoas com daltonismo podem nascer com esse distúrbio, nesse caso os homens são mais atingidos, ou desenvolvê-lo devido a lesões no nervo óptico, na retina ou no córtex cerebral, com grandes chances de ocorrer igualmente em homens e mulheres.

Como funciona o teste de ishihara

O Teste de Cores Ishihara não é um procedimento invasivo e leva pouco tempo. Durante o exame, o oftalmologista exibe para o paciente uma série de 32 cartões coloridos, cada um deles com preenchidos por círculos de tonalidades levemente variadas. Seguindo esse padrão, no centro dos cartões ficam agrupados círculos de outra cor que formam determinados números.

Esses números podem ser facilmente percebidos por pessoas com a visão normal. O diagnóstico do tipo, grau e existência de daltonismo é, portanto, definido pela quantidade de acertos do paciente.

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